sexta-feira, 27 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Frases que precedem a morte
Rogério Godoy Princiotti Júnior | BEM BOLADO, BIZARRO, HERRAR É UMANO,OMO FAZ OMO MOSTRA |
Corte o fio vermelho, eu tenho certeza.
Pode subir que aguenta mais um.
Vou acender um fósforo.
É uma cirurgia muito simples, já realizei milhares delas.
Esse avião tá descendo muito rápido.
Atchim (dentro do guarda-roupa)
Atira, atira, quero ver se você é homem
Tudo bem mulher... Eu vou deixar você dirigir!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
xercícios Resolvidos de Morfologia
Exercícios Resolvidos de Semântica/Estilística
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Exercícios Resolvidos de Sintaxe
domingo, 22 de maio de 2011
Inscrições para o Enem 2011
Inscrições para o Enem 2011 começam amanhã
22/05/2011 - 10h16
Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Estudantes interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 poderão se inscrever a partir de amanhã, às 10h, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O processo segue até as 23h59 do dia 10 de junho, exclusivamente pela internet.
As provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro. A previsão do Inep é que o número de inscritos chegue a 6 milhões. O valor da taxa continua o mesmo de 2010: R$ 35. Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escola pública não pagam.
Em 2009, o MEC deu início a um projeto de substituição dos vestibulares tradicionais pelo Enem como forma de ingresso em universidades. A partir do resultado da prova, os alunos se inscrevem no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e podem pleitear vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país. No ano passado, foram ofertadas 83 mil vagas em 83 instituições, sendo 39 universidades federais.
A participação no Enem também é pré-requisito para os estudantes interessados em uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni). Os benefícios são distribuídos a partir do desempenho do candidato no exame e podem ser integrais ou parciais, dependendo da renda da família. Para participar do programa é necessário ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em colégio privado com bolsa integral.
A matriz com os conteúdos que serão cobrados na prova estão disponíveis no edital publicado na semana passada no Diário Oficial da União.
Edição: Juliana Andrade // Matéria alterada para atualizar informação
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www.editorasilvacosta.com.br/ sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
O legado da Copa de 2014 será POXIFRATADO?
O Brasil descobriu o filão da exploração econômica do esporte a partir da organização de grandes eventos mundiais. No intervalo de apenas 9 anos, teremos sediado os Jogos Panamericanos, a Copa do Mundo de futebol e os Jogos Olímpicos. Tal conjunto de eventos deste porte, num intervalo de tempo tão reduzido, no mesmo país, é um feito inédito. A captação de recursos para a realização de cada evento é extraordinária, e traz para o cotidiano da imprensa, dos políticos e da sociedade o vocábulo mais pronunciado do presente século: legado. Segundo Michaelis, legado " é a disposição, a título gracioso, por via da qual uma pessoa confia a outra, um testamento, um determinado benefício, de natureza patrimonial...". Para exemplificar de maneira concisa a real amplitude do termo, basta observar o exemplo de Barcelona. A capital catalã sediou os Jogos Olímpicos de 1992 e dividiu a sua história contemporânea em, antes e depois do evento. O charme europeu foi acrescido de uma modernização quase oriental, com a revitalização do transporte, da rede hoteleira, da infra-estrutura de toda a cidade, com o consequente implemento do turismo, o que foi revertido num real conjunto de melhorias que chegaram à população.
A cidade do Rio de Janeiro deveria servir de exemplo para todo o mundo, especialmente para a América Latina, do poder de transformação que os megaeventos esportivos podem proporcionar, mas o exemplo do Pan não foi positivo. O Pan 2007 custou cerca de R$3,7 bilhões, 800% a mais que o previsto no orçamento inicial. O TCU (Tribunal de Contas da União) apontou irregularidades no uso da verba federal e até hoje, ninguém sabe muito bem que fim levou a dívida deixada pelo evento. O legado esportivo limitou-se à construção de equipamentos que ficaram abandonados após os jogos; como o Velódromo, por exemplo. Agora, o apelo da vez é pelo investimento na Copa de 2014, pelo seu suposto legado para a população. Em São Paulo, o nebuloso projeto da construção do estádio do Corinthians, que supostamente, sediará a cerimônia de abertura da Copa, foi reorçamentado para R$ 1 bilhão (por extenso, parece mais significativo: um bilhão de reais!). Então, cabe a pergunta: o legado é para o esporte ou para a população? O legado do Pan-2007 não extinguiu as enchentes na Praça da Bandeira, não levou saneamento básico à Baixada, não diminuiu a incidência dos casos de dengue na zona oeste... O legado do Pan-2007 não reduziu os engarrafamentos na Dutra e na Av. Brasil, não melhorou o atendimento dos hospitais da rede pública da cidade, não aumentou a segurança nas escolas públicas... O legado do Pan-2007 não impediu a tragédia na região serrana, não propiciou a relocação dos moradores do Morro do Bumba, não conteve as encostas da Grajaú-Jacarepaguá... Então, qual será o legado da Copa?
Existem obras em curso na cidade do Rio de Janeiro: o metrô da Barra, a Transcarioca, a Transoeste, mas é bom não esquecer que o estado do Rio de Janeiro vai muito além da cidade, e que a cidade do Rio de Janeiro vai muito além da Barra da Tijuca. Os recursos captados na organização dos megaeventos poderiam chegar à Baixada e as zonas norte e oeste, com investimentos em saúde e educação, inclusive nos salários dos profissionais. A inclusão digital (leia artigo, neste blog) aumentou o nosso poder pacífico de fiscalização. Por isso, após a divulgação do orçamento de um bilhão de reais, somente para a construção de 1 dos 18 estádios que serão construídos ou reformados para a Copa, sugiro a criação da hashtag #eufiscalizo2014 , para a postagem de quaisquer notícias que envolvam quantias vultuosas de investimentos no evento. E aí, vamos fiscalizar? #eufiscalizo2014
A propósito, o termo "poxifratado" não existe, não significa nada! Foi um engodo motivacional para a leitura do artigo! Será que o legado também será um engodo motivacional para o apoio da população à Copa?
Obs.: O fato polêmico é o orçamento de R$ 1 bilhão para a construção de um estádio, com apoio do setor público, para o início da Copa. O time e a torcida, evidentemente, não estão em cheque, mas a negociata, sim! #eufiscalizo2014
(Marcelo Marques é professor, escritor e humorista. Tem um stand up em fase de captação de patrocínio. A próxima postagem será sobre CULTURA). Gostou? Siga...
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Essa piada eu não inventei. (by estadão)
''Hoje, o Brasil é mais seguro do que os países ricos''
07 de maio de 2011 | 0h 00
- Fernando Scheller - O Estado de S.Paulo
ENTREVISTA - Jeff Fettig, presidente mundial da Whirlpool

Filipe Araujo/AE
Consumo. Para Fettig, da Whirpool, a classe C traz estabilidade para o crescimento do Brasil
Segundo maior mercado mundial para a Whirlpool - fabricante de eletrodomésticos proprietária das marcas Brastemp e Cônsul -, o Brasil é visto pela empresa como um "porto seguro" de crescimento. Segundo o presidente mundial da companhia, Jeff Fettig, a velocidade de crescimento da operação brasileira é três vezes maior do que a mundial - e o País divide com a Índia o posto de mercado mais aquecido no mundo.
Por isso, o ritmo de investimentos local seguirá forte: o valor aportado na operação brasileira, que ficou em US$ 180 milhões em 2010, deve crescer até 30% este ano. O número de produtos lançados dobrou de 100, em 2007, para 200, no ano passado. Tudo isso para atender à demanda da nova classe média. "O crescimento no Brasil é sustentável porque se baseia no surgimento de uma nova classe de consumidores", diz o presidente da Whirlpool.
Fettig, que esteve no Brasil durante esta semana e falou com exclusividade ao Estado, afirma que, nos últimos anos, o Brasil protagonizou uma troca de papéis com outros mercados. Atualmente, diz, são países como Brasil e Índia que oferecem alguma previsibilidade aos resultados da companhia. "Hoje, o Brasil é mais seguro do que os países ricos. Ocorreu uma clara inversão de papéis."
O Brasil ganhou importância relativa para a Whirlpool ao longo dos últimos cinco anos?
A mudança foi marcante. Estamos no Brasil há 60 anos. Houve sempre uma tendência de crescimento, mas também vivemos quebras nos ciclos econômicos. Olhando para trás, foi só em meados da última década, a partir de 2005, que o Brasil se tornou um mercado global. Para a Whirlpool, já é o segundo maior mercado individual do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. O País representa 50% do resultado da América Latina, atualmente a segunda região mais importante para a empresa, atrás apenas da América do Norte. Hoje, ao lado da Índia, o Brasil é o país em que as nossas vendas crescem com mais rapidez.
Quais são as bases do crescimento da empresa no País?
Primeiro, estamos aqui há 60 anos, conhecemos a história. E, em segundo lugar, temos um ótimo time no Brasil. Em 2004, estávamos no fim de um período de crise, e fiz aqui uma reunião com a equipe. Todos deram ótimas ideias e estavam animados com os projetos. Na época, previ que o Brasil se solidificaria e poderia ser um mercado tão estável quanto o dos Estados Unidos. Mas eu estava errado. O Brasil costumava ser imprevisível, mas se solidificou como um porto seguro de expansão. Ao mesmo tempo, nos últimos anos, houve uma reversão de papéis com os países desenvolvidos, à medida que os resultados em muitos mercados maduros ficaram menos confiáveis do que no passado.
O comportamento do Brasil no pós-crise ajudou a consolidar uma nova imagem sobre o País?
Sem dúvida. Nos anos 1970, 1980 e 1990, experimentamos rápidos períodos de expansão, entrecortados por declínios acentuados. O Brasil passou pelo teste da crise econômica de 2008 e rompeu esse padrão. Acho que a estabilidade política é clara, assim como os benefícios trazidos pelo uso dos recursos naturais. Mas o item mais importante é a emergência de uma nova classe de consumidores. Com uma população jovem e com renda disponível, o Brasil se tornou o perfeito mercado emergente. Com a inclusão do consumidor, a tendência se torna sustentável.
Os investimentos da Whirlpool no mercado brasileiro vão continuar a crescer?
O investimento voltado para a operação local no Brasil certamente será cada vez maior - e esse crescimento será determinado pelo ritmo de expansão do mercado. Ainda é difícil dizer o quanto os investimentos no Brasil com vistas à exportação vão se comportar. Isso depende de políticas não só do Brasil, mas também dos países vizinhos, como a Argentina.
À medida que o mercado cresce, o desenvolvimento de produtos se torna mais complexo?
Acredito que há várias tendências nesse sentido. O acesso a informações e tendências pela internet e pelas mídias sociais criou um consumidor mais exigente. Isso significa que eles podem diferenciar os produtos oferecidos no mercado. O desafio é atender a todos os tipos de público. Com o crescimento da classe média, temos de reduzir os preços da máquina de lavar automática para que as semiautomáticas sejam substituídas. A ideia é permitir o acesso de mais pessoas a determinados produtos, dando mais opções ao comprador. Por outro lado, em São Paulo há lojas refinadas de produtos para o lar que não devem nada às similares de Paris ou Nova York. Por isso, temos a marca Cônsul, que atende às massas, e também a Kitchen Aid, para o consumidor de alto luxo.
A qualidade dos produtos de entrada, os mais baratos, aumentou ao longo dos anos?
A pessoa que está comprando um produto pela primeira vez precisa ver um custo-benefício claro em sua escolha, que representa um alto investimento em comparação com sua renda. Para o mercado de reposição, a ideia é mostrar evolução. Como as pessoas ficam até sete anos com seus aparelhos, elas vão querer produtos radicalmente diferentes. Então, é a hora de preencher aspirações do consumidor. O segredo, em ambos os casos, é inovar nos produtos de mais valor agregado e trazer essas novidades aos poucos para a base da pirâmide. No nosso negócio, passamos 50% do tempo pensando em inovar.
Qual é a importância da inovação local?
A inovação é sempre global e local. As grandes tendências tecnológicas são definidas de forma global. Por isso, nossos centros de inovação, incluindo os brasileiros, são tanto globais quanto regionais. No âmbito local, a discussão é como trazer rapidamente as descobertas para o mercado, adaptando-as para o gosto de diferentes consumidores. Aí entram questões como design, clima das diferentes regiões e entendimento dos hábitos de alimentação.
A marca Brastemp teve recentemente uma exposição negativa com o protesto de um cliente no YouTube. Como a Whirlpool reage a esse tipo de crise?
Não há dúvida que o Facebook, o Twitter e o YouTube viraram ferramentas usadas pelos consumidores. Para nós, é importante seguir de perto o que é dito sobre nós nas mídias sociais. Esses sites podem ser usados como uma forma de alerta antecipado a problemas. Acompanhar os comentários já faz parte do dia a dia da companhia.
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